Alimentação saudável
A revista digital "Vida e Alimentação", edição 2016, é fruto dos estudos realizados durante a semana dedicada à alimentação saudável, nas aulas de biologia, sob orientação da professora Márcia Cruz.
A escrita das reportagens, orientada pela professora Meire Fiuza, foi feita pelos alunos da segunda série A, da Escola Ephigênia.
A semana teve início com a palestra da nutricionista Keli Daiane, motivando os alunos e informando-os sobre alimentos saudáveis e educação alimentar.
As reportagens escritas compuseram um mural no pário da escola e os autores dos textos explicaram as matéria para os alunos do Ensino Fundamental.
Ainda na semana da Alimentação Saudável, alunos e a professora Márcia prepararam um pão com ingredientes saudáveis e distribuíram para todos alunos da escola. Para complementar esse trabalho educativo, uma pirâmide alimentar foi afixada em uma das paredes do pátio da escola, contendo exemplos de alimentos reais.
Na conclusão desse trabalho, publicamos neste blog as reportagens escritas e imagens do projeto.
Confiram, vale a pena!
A escrita das reportagens, orientada pela professora Meire Fiuza, foi feita pelos alunos da segunda série A, da Escola Ephigênia.
A semana teve início com a palestra da nutricionista Keli Daiane, motivando os alunos e informando-os sobre alimentos saudáveis e educação alimentar.
As reportagens escritas compuseram um mural no pário da escola e os autores dos textos explicaram as matéria para os alunos do Ensino Fundamental.
Ainda na semana da Alimentação Saudável, alunos e a professora Márcia prepararam um pão com ingredientes saudáveis e distribuíram para todos alunos da escola. Para complementar esse trabalho educativo, uma pirâmide alimentar foi afixada em uma das paredes do pátio da escola, contendo exemplos de alimentos reais.
Na conclusão desse trabalho, publicamos neste blog as reportagens escritas e imagens do projeto.
Confiram, vale a pena!
Obesidade na infância e na
adolescência
Com o início da revolução industrial, leite, ovos, grãos,
frutos etc. foram dissecados, desdobrados em componentes que os integram (sempre
se acha algo mais), depois reagrupados, reintegrados em seus elementos básicos,
em calorias, cotas proteicas, vitamínicas, minerais. para constituírem dietas
normais. Bem, assim vieram integrar infinitas formas de produtos acabados
oferecidos no mercado. De certa forma a alimentação foi sendo enquadrada em
conceitos científicos que seguem evoluindo. Esclarecem, mas as inquietações e
buscas do ser humano se propõem sempre novos parâmetros.
Com tais “avanços”, a população demonstrou um grande aumento
no termo conhecido como obesidade através do passar do tempo. Porém há uma
classe em destaque que causa uma preocupação especial: a classe de crianças e
adolescentes.
As crianças obesas são mais altas, apresentam idade óssea
avançada e maturação sexual antecipada, em comparação com as crianças não
obesas. O excesso de adiposidade está também associado a alteração dos fatores
de risco para doenças cardiovasculares como colesterol total, LDL,
triglicerídeo, pressão arterial e glicemia. Essa condição aumenta o risco de
aterosclerose na vida adulta, ou até mesmo na adolescência. O excesso de peso
também está associado a alterações na função pulmonar podendo causar inclusive
a apneia do sono. É frequente a presença de alterações dermatológicas como
estrias, infecções fúngicas
Nessa faixa etária, a obesidade também provoca alterações
posturais e funcionais que acabam causando complicações ortopédicas pela
sobrecarga, como joelhos valgos e deformidades na coluna vertebral.
Se o principal local de deposição de gordura for a área
abdominal, certamente ocorrerão alterações no perfil lipídico, aumento da
pressão arterial e hiperinsulinemia, considerados fatores de risco para o
desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e doenças cardiovasculares. O
conjunto dessas alterações está descrito como síndrome metabólica e é cada vez
mais frequente na infância e na adolescência.
Outro problema importante a ser considerado é o impacto que o
excesso de peso promove no equilíbrio emocional de crianças e adolescentes.
Existe preconceito contra pessoas obesas, que culturalmente são consideradas
responsáveis por essa condição, por serem fracas e não terem força de vontade.
A prevenção da obesidade inicia-se assim que a criança
completa 6 meses de idade e começam-se a introduzir os alimentos. Deve-se nessa
fase oferecer alimentos naturais e saudáveis evitando o excesso de
industrializados, como as papinhas prontas.
“É importante estimular as refeições à mesa, com a família, em horários regulares e não
levar para casa alimentos industrializados como biscoitos recheados,
salgadinhos, frituras, refrigerantes… Afinal, quem vai ao supermercado são
pais, portanto eles são os responsáveis pelo que a criança ingere.”-
Nutricionista Ana Catarina P. de Aquino
Andrade.
O PERIGO POR
TRÁS DAS EMBALAGENS
Por
trás da beleza e do sabor, os alimentos industrializados escondem componentes químicos preocupantes
à saúde dos consumidores.
Surgida no século XIII na
Inglaterra, as indústrias tinham por finalidade substituir o trabalho artesanal
pelo uso de máquinas. Tal evolução trouxe inúmeros benefícios á sociedade,
como por exemplo, o avanço tecnológico em máquinas e baixo custo de mercadorias,
além de acelerar o ritmo de produção. No entanto, no ramo alimentício a
indústria trouxe graves consequências para saúde da população.
Os alimentos industrializados ocupam a maior parte das prateleiras do
supermercado. Pela sua facilidade e praticidade, vem conquistando cada vez mais
espaço na geladeira do consumidor. Além disso, esses alimentos possuem um prazo
de validade muito maior em relação aos alimentos naturais, o que torna
mais fácil o seu armazenamento.
Quem nunca optou por cozinhar um macarrão instantâneo ou descongelar uma
lasanha semipronta simplesmente por preguiça ou falta de tempo? Saiba que você
não está sozinho. Essa é uma realidade universal, principalmente nas
grandes cidades. A correria do dia a dia tem feito com que as pessoas optem
cada vez mais por produtos semiprontos. Isso sem contar na acessibilidade,
afinal, esses alimentos costumam ter um baixo custo se comparados aos “in
natura”.
Contudo, para conseguir tamanha praticidade e durabilidade, os
fabricantes costumam contar com o uso de inúmeros aditivos químicos,
extremamente prejudiciais a saúde humana. Dentre eles, os mais encontrados são:
Corantes, Aromatizantes , Conservantes, Antioxidantes, Estabilizantes,
Acidulantes, Espessantes, Umectantes, e Flavorizantes.
Segundo o engenheiro e químico de alimentos, Bruno
Hoernig, "há uma quantidade de aditivos acima do que é previsto
por legislação e que podem acarretar problemas renais, problemas hepáticos,
inclusive, o uso prolongado pode trazer situações de câncer e uma série de
doenças."
Mesmo sabendo dos riscos desses alimentos, cair em tentação é muito
fácil, isso porque grande parte desses alimentos costumam conter gordura trans,
que nada mais é que a hidrogenação da gordura vegetal. A gordura trans é
responsável pela textura, sabor, crocância e durabilidade dos alimentos,
mas extremamente nociva ao organismo. Pode-se dizer que, a gordura trans,
dentre todas as gorduras, é a mais prejudicial a saúde humana. Estudos
científicos constataram que, além de diminuir a taxa de colesterol bom (o
HDL), ela também aumenta a taxa de colesterol ruim (o LDL), o que eleva o risco
de aterosclerose (entupimento das artérias), infarto e acidente vascular
cerebral (o famoso AVC). Mesmo ficando atento aos rótulos, é difícil se livrar
dessa gordura, isso porque para o alimento ser considerado "0%
gordura trans" ele deve conter 0,5 g de trans e ao mesmo tempo 2,0 g de
gordura saturada.
Sendo assim, o jeito mesmo é evitar ao máximo o consumo dessas
substâncias na dieta. E muita atenção na hora de escolher os produtos no
supermercado. Dê preferência aos alimentos orgânicos e naturais, e,
quando isso não for possível, fique atento aos rótulos e escolha aquele que
menos tiver aditivos e componentes químicos. Afinal, a hora de
cuidar da sua saúde é agora! Assim como dizia Hipócrates, o pai da Medicina
moderna, "Faça do seu alimento o seu único remédio".
Mais do que uma questão de estética
Você sabe como os
alimentos podem influenciar a nossa saúde?
Atualmente devido a diversos fatores como a correria do dia-a-dia,
facilidade no acesso a fast foods (que são práticos e muito saborosos), entre
outros, fazem com que deixemos de lado o que é importante para nós, esses hábitos
tornam algo que é essencial, beneficente a saúde em algo excepcional para nós.
Muito além do que
imaginamos
Mas afinal o que é ter uma boa alimentação? Isso vai muito mais além do
que comer apenas vegetais e proteínas. ''A alimentação saudável é uma grande
aliada para viver-se mais e melhor. Quem tem preocupação com a saúde não tem
como esquecer de caprichar nas escolhas dos alimentos. [...] Nada como uma
quantidade adequada de vegetais e frutas para ajudar o nosso corpo excretar
tudo o que não presta. [...]'' (Fonte:
ANutricionista.Com - Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470 - Nutricionista
em São Paulo.)
Uma pessoa que se alimenta adequadamente possui mais disposição para
realizar atividades diárias e melhor autoestima. Através dos benefícios de uma
alimentação saudável é possível evitar uma série de doenças como a obesidade, o
câncer, catarata, anemia, hipertensão, diabetes, hipotireoidismo e diversos
tipos de distúrbios hormonais.
Como os alimentos
podem nos ajudar?
Veja alguns exemplos de alimentos que podemos incluir no nosso dia-a-dia
ou consumi-los com mais frequência.
Brócolis: o componente do brócolis chamado sulforafano tem a capacidade de matar
células-tronco do câncer de mama.
Canela: A iguaria pode ajudar a prevenir diabetes e doenças cardíacas.
Amêndoas: prevenir diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares em pessoas com
pré-diabetes.
Chá-Preto: pode ajudar a controlar o diabetes.
Laticínios: um componente dos laticínios, o ácido graxo trans-palmitoleico, pode
diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Melancia: contém licopene, tem alto teor de água e ainda fornece minerais,
vitaminas e fibras e pode diminuir a pressão arterial e prevenir que pessoas
classificadas como pré-hipertensas se transformem em hipertensas.
Tomate: rico em vitaminas A, B9,C, E e K, reduz o risco de câncer de próstata,
e tem propriedades inflamatórias.
Uva: rica em vitaminas A, B e C. As uvas vermelhas contém o carotenóide
licopene, sua função é auxiliar no combate o câncer de próstata e mama; impede
na formação de coágulo sanguíneos, aumenta o colesterol bom (HDL), e a de reduz
acidez, e baixa a taxa de ácido úrico; a uva verde ajuda clarear
a pele.
Frutas Cítricas: um flavonoide encontrado em frutas cítricas
(como laranja e limão), chamado naringenina, oferece grandes promessas de
prevenção da obesidade e da síndrome metabólica
Maçã: comer maçã regularmente pode reduzir o risco de desenvolver câncer
colorretal devido ao alto teor de flavonoides, que evitam que moléculas ou
radicais livres causem danos ao tecido e podem ainda inibir o aparecimento de
câncer e a proliferação celular. O composto é cinco vezes mais prevalente na
casca de maçã do que em sua polpa.
É essencial
ter uma alimentação rica em nutrientes para o nosso corpo funcionar bem, já que
o nosso corpo é uma máquina que não para nem se quer um minuto.
***
Comendo, crescendo e
se desenvolvendo
“Comer para poder crescer”
é um ditado utilizado quando precisamos comer e não queremos. Na adolescência
isso se torna ainda mais comum, já que é nessa fase que nosso corpo começa a se
transformar e os nossos hábitos alimentares devem acompanhar essas mudanças.
“O padrão
alimentar dos jovens está muito abaixo do esperado, com substituição das
refeições por Fast Food, excesso de frituras e alimentos calóricos”, explica a
nutricionista Ana Paula Cruz, do CHN. Por isso, é recomendável ficar de olho no
equilíbrio do que é ingerido, se atentando em uma dieta rica em legumes,
frutas, cereais, leite e carnes magras.
Hábitos criados na adolescência podem perdurar para o resto da vida
e com a alimentação não é diferente. Então se controlarmos a vontade de comer
aquela coxinha em plena segunda- feira, e saciarmos esse desejo com uma fruta,
no final da semana estamos liberados para comê-la, lembrando sempre de manter o
equilíbrio.
Ao contrário
do que muitos acreditam, dieta não é passar fome e sim, comer pequenas
quantidades de alimentos saudáveis em uma faixa de 3 em 3 horas. No caso dos
adolescentes, é necessária a ingestão de vários nutrientes, por exemplo, Ferro,
Cálcio e Zinco, portanto alimentos como Feijão, ovos, leite e cereais não podem
faltar para uma boa alimentação.
Criando novos hábitos os adolescentes podem se surpreender em vários
aspectos positivos que podem ficar mais aparentes conforme vão se
desenvolvendo.
No caso dos meninos o aumento na massa muscular pode aumentar e
no caso das meninas a perca daquelas gordurinhas indesejadas.
Aparência é
tudo na adolescência, já que é nessa época em que descobrimos o nosso estilo e
personalidade. Devido a isso devemos nos atentar as pessoas ao nosso redor,
meninas que estão emagrecendo rápido demais e ficando sem comer ou meninos que estão
ganhando muita massa e se tornando obcecados por academia podem ser sinais de
transtornos alimentares. Doenças como Anorexia, bulimia e vigorexia (obsessão
por músculos e corpo perfeito) tendem a atingir jovens adolescentes.
Além disso,
esse é o período em que aparecem os famosos “aborrecentes”. A instabilidade
emocional nessa época é devido às mudanças hormonais e ao ingresso na
sociedade, e alguns alimentos como banana, pimenta, peixe, chocolate (principalmente
o amargo), ovos e derivados de leite podem ajudar a melhorar o humor e se
sentir mais feliz, já que eles estimulam a produção da serotonina e alimentos
pobres em carboidratos podem diminuir a produção dessa substância responsável pelo
bem estar e felicidade.
A prática de
esportes deve ser estimulada, pois existem fatores biológicos que atrasam o
sono dos jovens.
Por causa dos hormônios cortisol, responsável por nos manter
alerta, e a melatonina, responsável por preparar o corpo para o sono. Eles
deixam o adolescente com mais sono, além dos fatores biológicos com as novas
tecnologias, eles acabam ficando em casa, usando o computador, jogando vídeo game
ou assistindo TV.
Adolescência
e comida combinam muito bem, porém combina tanto que o equilíbrio acaba sendo
deixado de lado. Buscar o equilíbrio não é algo exclusivo de monges budistas, é
algo para todos! Coma sempre de forma saudável e moderada para que não
desenvolva nenhuma doença que vai deixar seus responsáveis malucos correndo
atrás de médicos.
***
Onde se encontra a qualidade de vida?
A qualidade de vida é
um dos ideais que as pessoas tendem a se preocupar cada vez mais. Entretanto,
será que realmente sabem o real significado dessa frase?
De certo, grande parte dos cidadãos sabem que
qualidade de vida tem envolvimento com a educação, saneamento básico e é claro
com o poder aquisitivo. Além desses, a saúde é outro importante meio.
Infelizmente, o que muitas pessoas esquecem é que a alimentação balanceada e a
prática diária de atividades físicas tem ligação direta com a saúde.
Com isso em mente, o especialista do Núcleo de Cardiologia
do Hospital Samaritano de São Paulo, Raffael Fraga, destaca que atividade
física regular melhora a condição cardiovascular do praticante e diminui os
principais fatores de risco para infarto do miocárdio e derrame. O exercício
colabora para a redução dos níveis de pressão arterial e glicose, melhora o
controle do peso e melhora o perfil de colesterol. E continua expondo os
benefícios “Além disso, também reduz o
stress e a ansiedade. A opção por uma mudança do estilo de vida que envolva a
prática de atividade física e uma dieta mais saudável é fundamental para
reduzir a incidência de doenças cardiovasculares” afirma Fraga.
Mas, por que será que com tantos benefícios, esse modo
de vida é tão pouco encontrado no cotidiano da população? A resposta é simples
e muito conhecida por todos. A falta de tempo. Essa é uma das principais
respostas e infelizmente não é desculpinha à toa, mas sim a realidade. O mais
triste é que com o passar dos anos, as pessoas estão ficando extremamente
atarefadas devido a carga horaria alta, as longas horas perdidas no trânsito e
ainda as tarefas domésticas que estão à espera e precisam ser realizadas após o
expediente.
Esse desgaste todo faz com que grande maioria se alimente de forma
inadequada, com muita fritura, refrigerantes, fast-foods, entre outros
alimentos calóricos, além da pouca e muitas vezes nenhuma prática de exercício,
fazendo com que ocorra uma inversão de papéis e quem tenha o controle seja o
tempo.
NÃO IMPORTA O QUE SÓ IMPORTA O AGORA
Se
torna necessário que de primeiro momento as pessoas compreendam, que atividade
física não ocorre apenas em academias ou clubes, mas sim, nas ruas, nos parques
e até mesmo em suas próprias residências. Tudo depende de um ponto de vista e
do principal da vontade de mudar. Levando isso em consideração a profissional de
educação física, Alessandra Facin comentou “O
exercício físico pode ser feito de diversas formas e em diversos locais. O
importante é o indivíduo levar em conta que deve fazer algo que sente prazer.
Só assim, permanecerá dentro de um novo estilo de vida”.
Ela ainda explicou
que não se deve colocar metas e sim ter em mente de que o determinado exercício
precisa ser executado diariamente “Muitas
pessoas criam objetivos, como: vou ir na academia até uma determinada festa ou
vou emagrecer para o meu casamento, dentre outras. Entretanto deve ser levado
em consideração que a prática deve ser ao longo da vida toda e não apenas em
algumas ocasiões. As pessoas tendem a se preocupar muito com a estética e
pouquíssimo com a saúde. Um erro que a longo prazo traz diversas doenças que
poderiam ser evitadas” afirma.
***
ALIMENTAÇÃO BALANCEADA É QUALIDADE DE VIDA
Alimentação balanceada é o pesadelo de muitos, mas é o
primeiro passo para a única maneira de se viver com saúde, e porque não,
esteticamente bem. Afinal as vitaminas responsáveis pelo cuidado com a pele
estão em verduras, frutas e até grãos. Entretanto, não é só desses alimentos
que o nosso organismo precisa, mas sim de uma variedade de alimentos que devem
ser consumidos em quantidades adequadas, por esse motivo existe a pirâmide
alimentar.
Que
nada mais é do que todos os alimentos distribuídos em camadas. E cada camada
tem uma determinada quantidade que deve ser ingerida por dia, semana ou mês. Ou
seja, a alimentação saudável não é a privatização de alimentos e sim a adequada
distribuição desses. Então uma vez por semana não tem problema você dar pequeno
deslize e comer aquele chocolate ou aquela pizza maravilhosa. O importante é
manter o equilíbrio. Entretanto muitas vezes é difícil se reeducar, pois muitas
pessoas não tem o hábito de ingerir frutas e muito menos verduras diariamente,
com isso, após alguns dias, elas já desistem e retornam ao comodismo. Por esses
motivos e diversos outros a Internet está a nosso favor. Por auxílio da mesma
podemos conhecer diversas receitas nutritivas e extremamente gostosas que irão
ajudar muito a reeducação.
Com uma boa reeducação alimentar, em conjunto a
atividade física diária, a qualidade de vida será em poucos dias observada. Recordando
sempre que isso deve ser um estilo de vida e não algo passageiro. A expectativa
de vida de cada ser só depende de si próprio.
FONTE: Globo Esporte, A Nutricionista, Treinus e Boa Saúde.
|
RÓTULOS
Os rótulos de parte dos produtos, tais quais os alimentos,
costumam ser regulamentados por órgãos específicos normatizados por órgãos
responsáveis, como é o caso da ANVISA no Brasil. Segundo a ANVISA, o rótulo de
um alimento deve conter obrigatoriamente informações
sobre sua denominação, que identifique sua origem e característica,com:
·
Uma lista com seus
ingredientes;
·
O
seu peso liquido
·
seu lote
·
o
prazo de validade
·
instruções de preparo
Exemplo de rótulo dos padrões ANVISA
Porém, as indústrias de hoje em dia só pensam no
próprio lucro sem pensar nas consequências que se pode trazer. Fazendo com que
os rótulos tenham duas faces, a que ele mostra e a que ele camufla.
Geralmente, eles camuflam os rótulos para que as pessoas
consumam e não saibam a verdade sobre o alimento consumido, o consumidor não liga e fica com somente
informações que não o ajudam na hora de consumir, causando prejuízo a saúde e
lucros para as empresas.
Portanto,
devemos sempre procurar ajuda de profissionais e questionar as medidas que as
empresas tomam perante os rótulos, enganando seu público.
Mentirinhas encontradas nos rótulos:
1. Pão integral
nada íntegro:
Para ser chamado de
integral, um pão não precisa ser de fato feito com farinha integral. Pode
parecer estranho, mas é isso mesmo que acabamos de contar. Sabe
aquela embalagem que ostenta bem grande o título de “integral”? Vale a pena dar
uma olhadinha na lista de ingredientes para saber se essa informação é verdadeira.
2. Uma
papinha bem estranha
A partir dos 6 meses de idade, é recomendado que os bebês passem a
ingerir alimentos pastosos. Nessa hora, a maioria das famílias recorre às papinhas industrializadas por uma
questão de praticidade: vários sabores diferentes, prontinhos e embalados, com
o sabor que seu filho precisa. Quer coisa mais simples?
3. Porque tem maçã no meu suco de laranja?
Algumas embalagens utilizam a frente para induzir ao erro, mas
na tabela de ingredientes deixam a verdade escapar. Em um caso recente, uma
marca de expressão no mercado fez mudanças na composição do produto e o suco
concentrado de maçã passou a
aparecer na lista de ingredientes, mas a comunicação e descrição do mesmo são
predominantemente do sabor laranja, sem destaque para a presença da maçã.
4. Data
de validade
Se
está dentro da data de validade
pode consumir. Se venceu, é hora de jogar fora, certo? Nem sempre.
O IDEC aponta que, muitas vezes, a data de
validade está mais relacionada à qualidade
do sabor do alimento do que a riscos que ele possa oferecer para nossa saúde.
5. Quando a ordem dos fatores altera o produto
Algumas vezes pode ser difícil decifrar os rótulos, mesmo que
eles tragam apenas ingredientes conhecidos. Afinal, são poucas as embalagens que dizem qual
quantidade de cada ingrediente existe no produto. Nesse caso, a dica é bem
simples: pouca gente sabe, mas os ingredientes da lista são organizados por
quantidade.
6. Será que é light mesmo?
Para que um produto seja
considerado como light, ele deve ter uma redução de pelo menos 25% em calorias,
açúcares, gorduras ou sódio na comparação com o produto tradicional, de
preferência da mesma marca.
7. Traços de alimentos
Mesmo que os fabricantes
não incluam um item na lista de ingredientes, muitas vezes hávestígios destes
produtos em quantidades tão pequenas que podem até não ser relevantes para a maioria das
pessoas, mas certamente são para
quem sofre com alguma alergia alimentar.
***
Alimentos Transgênicos
Todo dia
no seu prato e você não sabe o que é.
A
transgenia é um tema muito discutido nos dias atuais, porém não devemos nos
assustar com a dificuldade do assunto. Trata-se de um processo pelo qual os
organismos de uma espécie são modificados geneticamente através da introdução
de material genético de outra espécie, assim, os alimentos transgênicos são
alimentos derivados normalmente de sementes e plantas que os materiais genéticos tenham sido
modificados com o objetivo de obter benefícios, tanto para as plantações
(resistência a herbicidas, produção de toxinas contra pragas das culturas
agrícolas) quanto para os consumidores (aumento da qualidade nutricional ou
produção de substâncias medicinais). Atualmente, 81% dos grãos de soja e 35% do
milho crescido são transgênicos.
Existe uma grande discussão mundial sobre o uso seguro de transgênicos para o ambiente e para a saúde da população, pois não se sabe quais podem ser as consequências do uso destes a médio e longo prazo, mas a Organização Mundial Da Saúde (OMS) e a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) afirmam não haver até hoje estudos que comprovem algum malefício causado pelos produtos transgênicos comercializados, porém há vários países que se opõem a isso.
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Rótulo que identifica os alimentos transgênicos.
|
RISCOS PARA A SAÚDE: são vários e graves os riscos potenciais,
os apontado como os principais deles pelos cientistas são:
1. Aumento das alergias
Se este organismo modificado geneticamente for um alimento, seu consumo pode provocar alergias em parte da população, por causa dessas novas substâncias. Por exemplo, no Instituto de Nutrição de York, Inglaterra, em 1999, uma pesquisa constatou o aumento de 50% na alergia a produtos à base de soja, afirmando que o resultado poderia ser atribuído ao consumo de soja geneticamente modificada.
Se este organismo modificado geneticamente for um alimento, seu consumo pode provocar alergias em parte da população, por causa dessas novas substâncias. Por exemplo, no Instituto de Nutrição de York, Inglaterra, em 1999, uma pesquisa constatou o aumento de 50% na alergia a produtos à base de soja, afirmando que o resultado poderia ser atribuído ao consumo de soja geneticamente modificada.
2. Aumento de resistência aos antibióticos
Para se certificar de que a modificação genética "deu certo", os cientistas inserem genes (chamados marcadores) de bactérias resistentes a antibióticos. Isso pode provocar o aumento da resistência a antibióticos nos seres humanos que ingerem esses alimentos.
Para se certificar de que a modificação genética "deu certo", os cientistas inserem genes (chamados marcadores) de bactérias resistentes a antibióticos. Isso pode provocar o aumento da resistência a antibióticos nos seres humanos que ingerem esses alimentos.
3. Aumento das substâncias tóxicas
Existem plantas e micróbios que possuem substâncias tóxicas para se defender de seus inimigos naturais, os insetos, por exemplo. Na maioria das vezes, não fazem mal ao ser humano. No entanto, se o gene de uma dessas plantas ou de um desses micróbios for inserido em um alimento, é possível que o nível dessas toxinas aumente muito, causando mal às pessoas, aos insetos benéficos e aos outros animais.
Existem plantas e micróbios que possuem substâncias tóxicas para se defender de seus inimigos naturais, os insetos, por exemplo. Na maioria das vezes, não fazem mal ao ser humano. No entanto, se o gene de uma dessas plantas ou de um desses micróbios for inserido em um alimento, é possível que o nível dessas toxinas aumente muito, causando mal às pessoas, aos insetos benéficos e aos outros animais.
4. Maior quantidade de resíduos de agrotóxicos
Com a inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos, as pragas e as ervas-daninhas poderão desenvolver a mesma resistência, tornando-se "super-pragas" e "super-ervas". Consequentemente, haverá necessidade de aplicação de maiores quantidades de veneno nas plantações, o que representa maior quantidade de resíduos tóxicos nos alimentos que nós consumimos.
Com a inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos, as pragas e as ervas-daninhas poderão desenvolver a mesma resistência, tornando-se "super-pragas" e "super-ervas". Consequentemente, haverá necessidade de aplicação de maiores quantidades de veneno nas plantações, o que representa maior quantidade de resíduos tóxicos nos alimentos que nós consumimos.
PONTOS POSITIVOS: por mais que haja muitos malefícios, a transgênese também pode nos beneficiar,
como:
·Aumento da produção
de alimentos;
·Melhoria do
conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam
fins terapêuticos);
·Maior durabilidade
na estocagem e armazenamento;
·Maior resistência às
pragas e oscilações do clima;
·Capacidade de
manipulação (sabor, composição, valor nutritivo, propriedades organolépticas).
Transtornos Alimentares
Um vilão que
tem afetado toda uma geração.
O que são Transtornos Alimentares?
Transtornos
ou Distúrbios Alimentares tem como características perturbações no
comportamento alimentar, podendo levar desde ao emagrecimento extremo até a
obesidade.
Os
principais tipos de Transtornos ou Distúrbios Alimentares são: a Anorexia, a Bulimia,
Transtorno do Comer Compulsivo, Vigorexia e Ortorexia.
Na adolescência,
a insatisfação e a preocupação com o próprio corpo passam a ocupar o universo
de meninos e meninas. E a ditadura da estética agrava tal obsessão. Por todo
lado, fórmulas milagrosas e padrões de beleza.
Os números
da insatisfação surpreendem. Uma pesquisa que ouviu mais de três mil
adolescentes revela: três entre quatro jovens queriam um corpo diferente.
“A
insatisfação leva a um padrão alimentar anormal, que traz sofrimentos para o
corpo, doenças físicas que afetam diversos sistemas, como o cardíaco e o renal.
Dessas dietas ditas normais, 35% evoluem para dietas patológicas. Então, daqui
a 20 anos, vamos ter 75% de adultos doentes fisicamente também”, explica a
psiquiatra Paula Melin.
Quais são as causas?
A origem dos Transtornos entre os
adolescentes está associada principalmente aos aspectos socioculturais, embora
não se devam descartar os fatores biológicos, psicológicos e familiares.
Anorexia
A
Anorexia é um transtorno onde o indivíduo tem uma intensa e árdua dieta, cujo
objetivo é reduzir drasticamente seu peso.
Algumas
mudanças de hábito que levam a diagnosticar um individuo com anorexia: excesso
de atividade física, medo de ganhar peso e nas mulheres há ausência da
menstruação.
Bulimia
É
caracterizada por compulsões alimentares, seguidas de métodos compensatórios
inadequados para evitar o ganho de peso, entre eles estão os vômitos
auto-induzidos, uso inadequado de laxantes ou diuréticos e prática de
exercícios em excesso.
Para receber
o diagnóstico deve se observar estes comportamentos e devem estar presentes por
pelo menos duas vezes por semana, por um tempo mínimo de três meses.
Geralmente,
não há perda de peso aparente.
Transtorno do Comer Compulsivo
A
característica principal neste transtorno são os episódios de compulsão
alimentar, porém diferentemente da Bulimia, não utilizam métodos radicais para
eliminar os alimentos e nem apresentam a preocupação com o peso.
As pessoas
com este Transtorno perdem o controle durante os frequentes ataques de comer
compulsivo e param somente quando ocorre uma exaustão física.
Para se estabelecer
um diagnóstico, os ataques devem ocorrer pelo menos duas vezes por semana, por
um período mínimo de seis meses.
Ortorexia
É um
transtorno alimentar cujo individuo tem a obsessão por alimentos orgânicos,
uma preocupação por uma alta qualidade
nos alimentos que serão ingeridos e por uma alimentação extremamente saudável.
Os
indivíduos com esse transtorno acabam banindo ou substituindo da dieta grupos
alimentares importantes. Essa exclusão sem a devida orientação pode levar a
carências nutricionais.
Apesar de
ainda ser pouco conhecida, é muito preocupante e requer muita atenção, pois
ameaça a saúde do corpo e a saúde mental e emocional das pessoas.
Vigorexia
É um transtorno
caracterizado por um descontentamento constante com o corpo, que afeta
principalmente os homens.
As
principais características deste transtorno podem ser muito similares e
confundidas com a anorexia.
E suas
principais características são a preocupação intensa com a aparência física, a prática
exaustiva de exercícios físicos, acompanhada por suplementos alimentares e
esteroides.
***
A vida entrelaçada aos Agrotóxicos
No mundo de hoje, no qual as pragas
estão cada vez mais resistentes e o uso dos agrotóxicos sendo necessário, o
melhor caminho é conhecer e saber como utilizar os mesmos.
Os
defensivos agrícolas nasceram durante a primeira guerra mundial e eram
utilizados como uma arma. Tempos depois, suas composições foram reformuladas e
então nasceu o que conhecemos nos dias de hoje. Eles têm a finalidade de matar
os possíveis prejudicadores das plantas, como os insetos, ácaros, moluscos,
roedores, fungos e ervas daninha.
Não é de hoje que os resíduos
dos agrotóxicos nos alimentos preocupam as instituições ligadas a saúde, como a
ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), entretanto, nos últimos anos
a quantidade de substâncias ilícitas não fiscalizadas aumentaram 70%, isso é
crime e gera punições com multas. Por isso, é necessário o monitoramento.
“Dificilmente
alguém vai comer um tomate ou um mamão e passar mal logo em seguida, o consumo
envolve riscos que podem ser cumulativos até desconhecidos”, Explica Luiz
Claudio Meirelles, Gerente-geral da ANVISA, quando foi questionado sobre os
efeitos das substâncias químicas nas pessoas, além de fortes dores de cabeça,
enjoos, náuseas, alergias, distúrbios no sistema nervoso e até câncer, além de
ser prejudicial ao aplicador, se não manuseado de maneira correta.
A
aplicação dessas substâncias químicas vareiam na quantidade e no modo a ser
aplicado, podendo ser por pequenas bombas em plantações menores, a até
distribuições por aviões em grandes canaviais, por exemplo.
São encontrados em
três principais tipos, os fungicidas, agem sobre os fungos causadores de danos
ao tecido das plantas; herbicidas, atuam sobre as ervas daninhas e os inseticidas,
os que combatem as pragas, como pequenos roedores e insetos, sendo o mais
criticado em decorrência disso.
A DIFICULDADE DA DOSAGEM CORRETA
Não
é de todo o mal os efeitos dos agrotóxicos, já que aumentam significativamente
os lucros do agricultor quando utilizados na quantidade correta, já que a
maioria cultiva o tabu “Quanto mais, melhor”, o que não colide com a verdade.
O
uso intenso e inadequado destes, prejudicam além de tudo o solo, a água, a
fauna e a flora, causando degradação ao meio ambiente e sérios desequilíbrios
biológicos e ecológicos.
Em
virtude de todos esses fatos mencionados, prefira sempre os produtos orgânicos,
os quais se conhecem suas origens.
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