sábado, 10 de setembro de 2016

“Semana da Alimentação Saudável” na Escola Ephigênia

Na retomada das aulas, a escola E.E. Prof Ephigênia Cardoso Machado Fortunato iniciou o segundo semestre com a abertura do projeto “Semana da Alimentação Saudável”, realizado pelos alunos das 2as séries do ensino  médio, sob orientação da professora de biologia Márcia Cruz.
Para promover o projeto, foi realizada uma palestra para cada turma, a qual teve como regente a nutricionista clínica e esportiva  Dra. Keli Daiane. Durante sua fala, Keli apresentou aos estudantes os transtornos que são gerados a partir da má alimentação e os cinco piores alimentos do mundo, além de outras informações sobre os alimentos e seus efeitos no  organismo.


O interesse gerado ao decorrer da palestra foi nítido, a palestrante mostrou com motivação como o jovem deve cuidar mais de seu corpo e amar-se mais,  alimentando-se de maneira saudável.


Motivados pela palestra, os alunos, orientados pela professora Meire Fiuza,  escreveram reportagens sobre o tema, com as quais montaram um mural na escola. O conteúdo das matérias, divulgado pelos seus autores aos alunos do ensino fundamental,  também pode ser acessado no blog http://alimentareeducar.blogspot.com.br. 
O incentivo à alimentação saudável foi tão explorado que uma pirâmide alimentar com exemplares de alimentos reais foi afixada em uma das  paredes do pátio da escola, onde permanece com o objetivo de despertar o conhecimento e o interesse em cuidar da saúde.
Encerrando a semana, nas festas de comemoração do aniversário da escola,  a professora de biologia e seus alunos prepararam pães caseiros feitos com ingredientes saudáveis, os quais foram distribuídos a todos.
As atividades, que foram extremamente significativas, contribuíram muito na formação dos jovens, incentivando-os a cultivar uma vida mais saudável e ainda nos próprios familiares,  atingindo assim os objetivos do projeto.

Colaborou: Marina Fiuza Canal, aluna da 2ª série A

Vida e Alimentação - 2ª Edição

Alimentação saudável



A revista digital "Vida e Alimentação", edição 2016, é fruto dos estudos realizados durante a semana dedicada à alimentação saudável, nas aulas de biologia, sob orientação da professora Márcia Cruz.
A escrita das reportagens, orientada pela professora Meire Fiuza, foi feita pelos alunos da segunda série A, da Escola Ephigênia.
A semana teve início com a palestra da nutricionista Keli Daiane, motivando os alunos e informando-os sobre alimentos saudáveis e educação alimentar.
As reportagens escritas compuseram um mural no pário da escola e os autores dos textos explicaram as matéria para os alunos do Ensino Fundamental.
Ainda na semana da Alimentação Saudável, alunos e a professora Márcia prepararam um  pão com ingredientes saudáveis e distribuíram para todos alunos da escola. Para complementar esse trabalho educativo, uma pirâmide alimentar foi afixada em uma das paredes do pátio da escola, contendo exemplos de alimentos reais.
Na conclusão desse trabalho, publicamos neste blog as reportagens escritas e imagens do projeto.
Confiram, vale a  pena!

Obesidade na infância e na adolescência


Com o início da revolução industrial, leite, ovos, grãos, frutos etc. foram dissecados, desdobrados em componentes que os integram (sempre se acha algo mais), depois reagrupados, reintegrados em seus elementos básicos, em calorias, cotas proteicas, vitamínicas, minerais. para constituírem dietas normais. Bem, assim vieram integrar infinitas formas de produtos acabados oferecidos no mercado. De certa forma a alimentação foi sendo enquadrada em conceitos científicos que seguem evoluindo. Esclarecem, mas as inquietações e buscas do ser humano se propõem sempre novos parâmetros.
Com tais “avanços”, a população demonstrou um grande aumento no termo conhecido como obesidade através do passar do tempo. Porém há uma classe em destaque que causa uma preocupação especial: a classe de crianças e adolescentes.
As crianças obesas são mais altas, apresentam idade óssea avançada e maturação sexual antecipada, em comparação com as crianças não obesas. O excesso de adiposidade está também associado a alteração dos fatores de risco para doenças cardiovasculares como colesterol total, LDL, triglicerídeo, pressão arterial e glicemia. Essa condição aumenta o risco de aterosclerose na vida adulta, ou até mesmo na adolescência. O excesso de peso também está associado a alterações na função pulmonar podendo causar inclusive a apneia do sono. É frequente a presença de alterações dermatológicas como estrias, infecções fúngicas
Nessa faixa etária, a obesidade também provoca alterações posturais e funcionais que acabam causando complicações ortopédicas pela sobrecarga, como joelhos valgos e deformidades na coluna vertebral.
Se o principal local de deposição de gordura for a área abdominal, certamente ocorrerão alterações no perfil lipídico, aumento da pressão arterial e hiperinsulinemia, considerados fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e doenças cardiovasculares. O conjunto dessas alterações está descrito como síndrome metabólica e é cada vez mais frequente na infância e na adolescência.
Outro problema importante a ser considerado é o impacto que o excesso de peso promove no equilíbrio emocional de crianças e adolescentes. Existe preconceito contra pessoas obesas, que culturalmente são consideradas responsáveis por essa condição, por serem fracas e não terem força de vontade.
A prevenção da obesidade inicia-se assim que a criança completa 6 meses de idade e começam-se a introduzir os alimentos. Deve-se nessa fase oferecer alimentos naturais e saudáveis evitando o excesso de industrializados, como as papinhas prontas.

 “É importante  estimular as refeições à mesa, com a família, em horários regulares e não levar para casa alimentos industrializados como biscoitos recheados, salgadinhos, frituras, refrigerantes… Afinal, quem vai ao supermercado são pais, portanto eles são os responsáveis pelo que a criança ingere.”- Nutricionista  Ana Catarina P. de Aquino Andrade.


O PERIGO POR TRÁS DAS EMBALAGENS

Por trás da beleza e do sabor, os alimentos industrializados escondem componentes químicos preocupantes à saúde dos consumidores.

Surgida no século XIII na Inglaterra, as indústrias tinham por finalidade substituir o trabalho artesanal pelo uso de máquinas. Tal evolução trouxe inúmeros benefícios á sociedade, como por exemplo, o avanço tecnológico em máquinas e baixo custo de mercadorias, além de acelerar o ritmo de produção. No entanto, no ramo alimentício a indústria trouxe graves consequências para saúde da população.
  


  

Os alimentos industrializados ocupam a maior parte das prateleiras do supermercado. Pela sua facilidade e praticidade, vem conquistando cada vez mais espaço na geladeira do consumidor. Além disso, esses alimentos possuem um prazo de validade muito maior em relação aos alimentos naturais, o que torna mais fácil o seu armazenamento.

Quem nunca optou por cozinhar um macarrão instantâneo ou descongelar uma lasanha semipronta simplesmente por preguiça ou falta de tempo? Saiba que você não está sozinho. Essa é uma realidade universal, principalmente nas grandes cidades. A correria do dia a dia tem feito com que as pessoas optem cada vez mais por produtos semiprontos. Isso sem contar na acessibilidade, afinal, esses alimentos costumam ter um baixo custo se comparados aos “in natura”.

Contudo, para conseguir tamanha praticidade e durabilidade, os fabricantes costumam contar com o uso de inúmeros aditivos químicos, extremamente prejudiciais a saúde humana. Dentre eles, os mais encontrados são: Corantes, Aromatizantes , Conservantes, Antioxidantes, Estabilizantes, Acidulantes, Espessantes, Umectantes, e Flavorizantes.

Segundo o engenheiro e químico de alimentos, Bruno Hoernig, "há uma quantidade de aditivos acima do que é previsto por legislação e que podem acarretar problemas renais, problemas hepáticos, inclusive, o uso prolongado pode trazer situações de câncer e uma série de doenças."

  
  



Mesmo sabendo dos riscos desses alimentos, cair em tentação é muito fácil, isso porque grande parte desses alimentos costumam conter gordura trans, que nada mais é que a hidrogenação da gordura vegetal. A gordura trans é responsável pela textura, sabor, crocância e durabilidade dos alimentos, mas extremamente nociva ao organismo. Pode-se dizer que, a gordura trans, dentre todas as gorduras, é a mais prejudicial a saúde humana. Estudos científicos constataram que, além de diminuir a taxa de colesterol bom (o HDL), ela também aumenta a taxa de colesterol ruim (o LDL), o que eleva o risco de aterosclerose (entupimento das artérias), infarto e acidente vascular cerebral (o famoso AVC). Mesmo ficando atento aos rótulos, é difícil se livrar dessa gordura, isso porque para o alimento ser considerado "0% gordura trans" ele deve conter 0,5 g de trans e ao mesmo tempo 2,0 g de gordura saturada.


  
Sendo assim, o jeito mesmo é evitar ao máximo o consumo dessas substâncias na dieta. E muita atenção na hora de escolher os produtos no supermercado. Dê preferência aos alimentos orgânicos e naturais, e, quando isso não for possível, fique atento aos rótulos e escolha aquele que menos tiver aditivos e componentes químicos. Afinal, a hora de cuidar da sua saúde é agora! Assim como dizia Hipócrates, o pai da Medicina moderna, "Faça do seu alimento o seu único remédio".

***
                Mais do que uma questão de estética                                                            
Você sabe como os alimentos podem influenciar a nossa saúde?


Atualmente devido a diversos fatores como a correria do dia-a-dia, facilidade no acesso a fast foods (que são práticos e muito saborosos), entre outros, fazem com que deixemos de lado o que é importante para nós, esses hábitos tornam algo que é essencial, beneficente a saúde em algo excepcional para nós.
Muito além do que imaginamos
                                                                                                              
Mas afinal o que é ter uma boa alimentação? Isso vai muito mais além do que comer apenas vegetais e proteínas. ''A alimentação saudável é uma grande aliada para viver-se mais e melhor. Quem tem preocupação com a saúde não tem como esquecer de caprichar nas escolhas dos alimentos. [...] Nada como uma quantidade adequada de vegetais e frutas para ajudar o nosso corpo excretar tudo o que não presta. [...]'' (Fonte:  ANutricionista.Com - Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470 - Nutricionista em São Paulo.)


Uma pessoa que se alimenta adequadamente possui mais disposição para realizar atividades diárias e melhor autoestima. Através dos benefícios de uma alimentação saudável é possível evitar uma série de doenças como a obesidade, o câncer, catarata, anemia, hipertensão, diabetes, hipotireoidismo e diversos tipos de distúrbios hormonais.


Como os alimentos podem nos ajudar?

Veja alguns exemplos de alimentos que podemos incluir no nosso dia-a-dia ou consumi-los com mais frequência.


Brócolis: o componente do brócolis chamado sulforafano tem a capacidade de matar células-tronco do câncer de mama.
Canela: A iguaria pode ajudar a prevenir diabetes e doenças cardíacas.
Amêndoas: prevenir diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares em pessoas com pré-diabetes.
Chá-Preto: pode ajudar a controlar o diabetes.
Laticínios: um componente dos laticínios, o ácido graxo trans-palmitoleico, pode diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Melancia: contém licopene, tem alto teor de água e ainda fornece minerais, vitaminas e fibras e pode diminuir a pressão arterial e prevenir que pessoas classificadas como pré-hipertensas se transformem em hipertensas.
Tomate: rico em vitaminas A, B9,C, E e K, reduz o risco de câncer de próstata, e tem propriedades inflamatórias.
Uva: rica em vitaminas A, B e C. As uvas vermelhas contém o carotenóide licopene, sua função é auxiliar no combate o câncer de próstata e mama; impede na formação de coágulo sanguíneos, aumenta o colesterol bom (HDL), e a de reduz acidez, e baixa a taxa de ácido úrico; a uva verde ajuda clarear a pele.
Frutas Cítricas: um flavonoide encontrado em frutas cítricas (como laranja e limão), chamado naringenina, oferece grandes promessas de prevenção da obesidade e da síndrome metabólica
Maçã: comer maçã regularmente pode reduzir o risco de desenvolver câncer colorretal devido ao alto teor de flavonoides, que evitam que moléculas ou radicais livres causem danos ao tecido e podem ainda inibir o aparecimento de câncer e a proliferação celular. O composto é cinco vezes mais prevalente na casca de maçã do que em sua polpa.


É essencial ter uma alimentação rica em nutrientes para o nosso corpo funcionar bem, já que o nosso corpo é uma máquina que não para nem se quer um minuto.


***

Comendo, crescendo e se desenvolvendo

“Comer para poder crescer” é um ditado utilizado quando precisamos comer e não queremos. Na adolescência isso se torna ainda mais comum, já que é nessa fase que nosso corpo começa a se transformar e os nossos hábitos alimentares devem acompanhar essas mudanças.

“O padrão alimentar dos jovens está muito abaixo do esperado, com substituição das refeições por Fast Food, excesso de frituras e alimentos calóricos”, explica a nutricionista Ana Paula Cruz, do CHN. Por isso, é recomendável ficar de olho no equilíbrio do que é ingerido, se atentando em uma dieta rica em legumes, frutas, cereais, leite e carnes magras.


Hábitos criados na adolescência podem perdurar para o resto da vida e com a alimentação não é diferente. Então se controlarmos a vontade de comer aquela coxinha em plena segunda- feira, e saciarmos esse desejo com uma fruta, no final da semana estamos liberados para comê-la, lembrando sempre de manter o equilíbrio.

Ao contrário do que muitos acreditam, dieta não é passar fome e sim, comer pequenas quantidades de alimentos saudáveis em uma faixa de 3 em 3 horas. No caso dos adolescentes, é necessária a ingestão de vários nutrientes, por exemplo, Ferro, Cálcio e Zinco, portanto alimentos como Feijão, ovos, leite e cereais não podem faltar para uma boa alimentação.
Criando novos hábitos os adolescentes podem se surpreender em vários aspectos positivos que podem ficar mais aparentes conforme vão se desenvolvendo. 


No caso dos meninos o aumento na massa muscular pode aumentar e no caso das meninas a perca daquelas gordurinhas indesejadas.
Aparência é tudo na adolescência, já que é nessa época em que descobrimos o nosso estilo e personalidade. Devido a isso devemos nos atentar as pessoas ao nosso redor, meninas que estão emagrecendo rápido demais e ficando sem comer ou meninos que estão ganhando muita massa e se tornando obcecados por academia podem ser sinais de transtornos alimentares.  Doenças como Anorexia, bulimia e vigorexia (obsessão por músculos e corpo perfeito) tendem a atingir jovens adolescentes.    
                           
Além disso, esse é o período em que aparecem os famosos “aborrecentes”. A instabilidade emocional nessa época é devido às mudanças hormonais e ao ingresso na sociedade, e alguns alimentos como banana, pimenta, peixe, chocolate (principalmente o amargo), ovos e derivados de leite podem ajudar a melhorar o humor e se sentir mais feliz, já que eles estimulam a produção da serotonina e alimentos pobres em carboidratos podem diminuir a produção dessa substância responsável pelo bem estar e felicidade.

A prática de esportes deve ser estimulada, pois existem fatores biológicos que atrasam o sono dos jovens. 
Por causa dos hormônios cortisol, responsável por nos manter alerta, e a melatonina, responsável por preparar o corpo para o sono. Eles deixam o adolescente com mais sono, além dos fatores biológicos com as novas tecnologias, eles acabam ficando em casa, usando o computador, jogando vídeo game ou assistindo TV.
Adolescência e comida combinam muito bem, porém combina tanto que o equilíbrio acaba sendo deixado de lado. Buscar o equilíbrio não é algo exclusivo de monges budistas, é algo para todos! Coma sempre de forma saudável e moderada para que não desenvolva nenhuma doença que vai deixar seus responsáveis malucos correndo atrás de médicos.

***

 Onde se encontra a qualidade de vida?

A qualidade de vida é um dos ideais que as pessoas tendem a se preocupar cada vez mais. Entretanto, será que realmente sabem o real significado dessa frase?




De certo, grande parte dos cidadãos sabem que qualidade de vida tem envolvimento com a educação, saneamento básico e é claro com o poder aquisitivo. Além desses, a saúde é outro importante meio. Infelizmente, o que muitas pessoas esquecem é que a alimentação balanceada e a prática diária de atividades físicas tem ligação direta com a saúde.                                         
Com isso em mente, o especialista do Núcleo de Cardiologia do Hospital Samaritano de São Paulo, Raffael Fraga, destaca que atividade física regular melhora a condição cardiovascular do praticante e diminui os principais fatores de risco para infarto do miocárdio e derrame. O exercício colabora para a redução dos níveis de pressão arterial e glicose, melhora o controle do peso e melhora o perfil de colesterol. E continua expondo os benefícios “Além disso, também reduz o stress e a ansiedade. A opção por uma mudança do estilo de vida que envolva a prática de atividade física e uma dieta mais saudável é fundamental para reduzir a incidência de doenças cardiovasculares” afirma Fraga.                                                      
Mas, por que será que com tantos benefícios, esse modo de vida é tão pouco encontrado no cotidiano da população? A resposta é simples e muito conhecida por todos. A falta de tempo. Essa é uma das principais respostas e infelizmente não é desculpinha à toa, mas sim a realidade. O mais triste é que com o passar dos anos, as pessoas estão ficando extremamente atarefadas devido a carga horaria alta, as longas horas perdidas no trânsito e ainda as tarefas domésticas que estão à espera e precisam ser realizadas após o expediente. 
Esse desgaste todo faz com que grande maioria se alimente de forma inadequada, com muita fritura, refrigerantes, fast-foods, entre outros alimentos calóricos, além da pouca e muitas vezes nenhuma prática de exercício, fazendo com que ocorra uma inversão de papéis e quem tenha o controle seja o tempo.



NÃO IMPORTA O QUE SÓ IMPORTA O AGORA   


    Se torna necessário que de primeiro momento as pessoas compreendam, que atividade física não ocorre apenas em academias ou clubes, mas sim, nas ruas, nos parques e até mesmo em suas próprias residências. Tudo depende de um ponto de vista e do principal da vontade de mudar. Levando isso em consideração a profissional de educação física, Alessandra Facin comentou “O exercício físico pode ser feito de diversas formas e em diversos locais. O importante é o indivíduo levar em conta que deve fazer algo que sente prazer. Só assim, permanecerá dentro de um novo estilo de vida”. 

Ela ainda explicou que não se deve colocar metas e sim ter em mente de que o determinado exercício precisa ser executado diariamente “Muitas pessoas criam objetivos, como: vou ir na academia até uma determinada festa ou vou emagrecer para o meu casamento, dentre outras. Entretanto deve ser levado em consideração que a prática deve ser ao longo da vida toda e não apenas em algumas ocasiões. As pessoas tendem a se preocupar muito com a estética e pouquíssimo com a saúde. Um erro que a longo prazo traz diversas doenças que poderiam ser evitadas” afirma.

***

ALIMENTAÇÃO BALANCEADA É QUALIDADE DE VIDA



Alimentação balanceada é o pesadelo de muitos, mas é o primeiro passo para a única maneira de se viver com saúde, e porque não, esteticamente bem. Afinal as vitaminas responsáveis pelo cuidado com a pele estão em verduras, frutas e até grãos. Entretanto, não é só desses alimentos que o nosso organismo precisa, mas sim de uma variedade de alimentos que devem ser consumidos em quantidades adequadas, por esse motivo existe a pirâmide alimentar.

Que nada mais é do que todos os alimentos distribuídos em camadas. E cada camada tem uma determinada quantidade que deve ser ingerida por dia, semana ou mês. Ou seja, a alimentação saudável não é a privatização de alimentos e sim a adequada distribuição desses. Então uma vez por semana não tem problema você dar pequeno deslize e comer aquele chocolate ou aquela pizza maravilhosa. O importante é manter o equilíbrio. Entretanto muitas vezes é difícil se reeducar, pois muitas pessoas não tem o hábito de ingerir frutas e muito menos verduras diariamente, com isso, após alguns dias, elas já desistem e retornam ao comodismo. Por esses motivos e diversos outros a Internet está a nosso favor. Por auxílio da mesma podemos conhecer diversas receitas nutritivas e extremamente gostosas que irão ajudar muito a reeducação.
Com uma boa reeducação alimentar, em conjunto a atividade física diária, a qualidade de vida será em poucos dias observada. Recordando sempre que isso deve ser um estilo de vida e não algo passageiro. A expectativa de vida de cada ser só depende de si próprio.

FONTE: Globo Esporte, A Nutricionista, Treinus e Boa Saúde.

 ***


      Suas várias  faces
 
 




 RÓTULOS



 Rótulo é toda e qualquer informação referente a um produto que esteja escrita na sua embalagem.Faz parte do rótulo apenas um formato/tamanho definido para essa mesma embalagem.

Os rótulos de parte dos produtos, tais quais os alimentos, costumam ser regulamentados por órgãos específicos normatizados por órgãos responsáveis, como é o caso da ANVISA no Brasil. Segundo a ANVISA, o rótulo de um alimento deve conter obrigatoriamente informações sobre sua denominação, que identifique sua origem e característica,com:

·         Uma lista com seus ingredientes;
·         O seu peso liquido
·         a identificação de origem
·         seu lote
·         o prazo de validade
·         instruções de preparo
·         informações nutricionais.




                                                                                              Exemplo de rótulo dos padrões ANVISA

Porém,  as indústrias de hoje em dia só pensam no próprio lucro sem pensar nas consequências que se pode trazer. Fazendo com que os rótulos tenham duas faces, a que ele mostra e a que ele camufla.
Geralmente, eles camuflam os rótulos para que as pessoas consumam e não saibam a verdade sobre o alimento consumido,    o consumidor não liga e fica com somente informações que não o ajudam na hora de consumir, causando prejuízo a saúde e lucros para as empresas.
Portanto, devemos sempre procurar ajuda de profissionais e questionar as medidas que as empresas tomam perante os rótulos, enganando seu público.



Mentirinhas encontradas nos rótulos:

1. Pão integral nada íntegro:


Para ser chamado de integral, um pão não precisa ser de fato feito com farinha integral. Pode parecer estranho, mas é isso mesmo que acabamos de contar. Sabe aquela embalagem que ostenta bem grande o título de “integral”? Vale a pena dar uma olhadinha na lista de ingredientes para saber se essa informação é verdadeira.

2. Uma papinha bem estranha


A partir dos 6 meses de idade, é recomendado que os bebês passem a ingerir alimentos pastosos. Nessa hora, a maioria das famílias recorre às papinhas industrializadas por uma questão de praticidade: vários sabores diferentes, prontinhos e embalados, com o sabor que seu filho precisa. Quer coisa mais simples?

3. Porque tem maçã no meu suco de laranja?


Algumas embalagens utilizam a frente para induzir ao erro, mas na tabela de ingredientes deixam a verdade escapar. Em um caso recente, uma marca de expressão no mercado fez mudanças na composição do produto e o suco concentrado de maçã passou a aparecer na lista de ingredientes, mas a comunicação e descrição do mesmo são predominantemente do sabor laranja, sem destaque para a presença da maçã.

4. Data de validade


Se está dentro da data de validade pode consumir. Se venceu, é hora de jogar fora, certo? Nem sempre. O IDEC aponta que, muitas vezes, a data de validade está mais relacionada à qualidade do sabor do alimento do que a riscos que ele possa oferecer para nossa saúde.

5. Quando a ordem dos fatores altera o produto

Algumas vezes pode ser difícil decifrar os rótulos, mesmo que eles tragam apenas ingredientes conhecidos. Afinal, são poucas as embalagens que dizem qual quantidade de cada ingrediente existe no produto. Nesse caso, a dica é bem simples: pouca gente sabe, mas os ingredientes da lista são organizados por quantidade.


6. Será que é light mesmo?

Para que um produto seja considerado como light, ele deve ter uma redução de pelo menos 25% em calorias, açúcares, gorduras ou sódio na comparação com o produto tradicional, de preferência da mesma marca.


7. Traços de alimentos

Mesmo que os fabricantes não incluam um item na lista de ingredientes, muitas vezes hávestígios destes produtos em quantidades tão pequenas que podem até não ser relevantes para a maioria das pessoas, mas certamente são para quem sofre com alguma alergia alimentar.



                                                                                                                                                                        ***


Alimentos Transgênicos
Todo dia no seu prato e você não sabe o que é.

A transgenia é um tema muito discutido nos dias atuais, porém não devemos nos assustar com a dificuldade do assunto. Trata-se de um processo pelo qual os organismos de uma espécie são modificados geneticamente através da introdução de material genético de outra espécie, assim, os alimentos transgênicos são alimentos derivados normalmente de sementes e plantas que os materiais genéticos tenham sido modificados com o objetivo de obter benefícios, tanto para as plantações (resistência a herbicidas, produção de toxinas contra pragas das culturas agrícolas) quanto para os consumidores (aumento da qualidade nutricional ou produção de substâncias medicinais). Atualmente, 81% dos grãos de soja e 35% do milho crescido são transgênicos.




Existe uma grande discussão mundial sobre o uso seguro de transgênicos para o ambiente e para a saúde da população, pois não se sabe quais podem ser as consequências do uso destes a médio e longo prazo, mas a Organização Mundial Da Saúde (OMS) e a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) afirmam não haver até hoje estudos que comprovem algum malefício causado pelos produtos transgênicos comercializados, porém há vários países que se opõem a isso.



Rótulo que identifica os alimentos transgênicos.


RISCOS PARA A SAÚDE: são vários e graves os riscos potenciais, os apontado como os principais deles pelos cientistas são:

 1. Aumento das alergias
Se este organismo modificado geneticamente for um alimento, seu consumo pode provocar alergias em parte da população, por causa dessas novas substâncias. Por exemplo, no Instituto de Nutrição de York, Inglaterra, em 1999, uma pesquisa constatou o aumento de 50% na alergia a produtos à base de soja, afirmando que o resultado poderia ser atribuído ao consumo de soja geneticamente modificada.

2. Aumento de resistência aos antibióticos
Para se certificar de que a modificação genética "deu certo", os cientistas inserem genes (chamados marcadores) de bactérias resistentes a antibióticos. Isso pode provocar o aumento da resistência a antibióticos nos seres humanos que ingerem esses alimentos.

3. Aumento das substâncias tóxicas
Existem plantas e micróbios que possuem substâncias tóxicas para se defender de seus inimigos naturais, os insetos, por exemplo. Na maioria das vezes, não fazem mal ao ser humano. No entanto, se o gene de uma dessas plantas ou de um desses micróbios for inserido em um alimento, é possível que o nível dessas toxinas aumente muito, causando mal às pessoas, aos insetos benéficos e aos outros animais.

4. Maior quantidade de resíduos de agrotóxicos
Com a inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos, as pragas e as ervas-daninhas poderão desenvolver a mesma resistência, tornando-se "super-pragas" e "super-ervas". Consequentemente, haverá necessidade de aplicação de maiores quantidades de veneno nas plantações, o que representa maior quantidade de resíduos tóxicos nos alimentos que nós consumimos.


PONTOS POSITIVOS: por mais que haja muitos malefícios, a transgênese também pode nos beneficiar, como:


·Aumento da produção de alimentos;
·Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
·Maior durabilidade na estocagem e armazenamento;
·Maior resistência às pragas e oscilações do clima;
·Capacidade de manipulação (sabor, composição, valor nutritivo, propriedades organolépticas).

***
Transtornos Alimentares
 Um vilão que tem afetado toda uma geração.

O que são Transtornos Alimentares?

Transtornos ou Distúrbios Alimentares tem como características perturbações no comportamento alimentar, podendo levar desde ao emagrecimento extremo até a obesidade.
Os principais tipos de Transtornos ou Distúrbios Alimentares são: a Anorexia, a Bulimia, Transtorno do Comer Compulsivo, Vigorexia e Ortorexia.
Na adolescência, a insatisfação e a preocupação com o próprio corpo passam a ocupar o universo de meninos e meninas. E a ditadura da estética agrava tal obsessão. Por todo lado, fórmulas milagrosas e padrões de beleza.
Os números da insatisfação surpreendem. Uma pesquisa que ouviu mais de três mil adolescentes revela: três entre quatro jovens queriam um corpo diferente.
“A insatisfação leva a um padrão alimentar anormal, que traz sofrimentos para o corpo, doenças físicas que afetam diversos sistemas, como o cardíaco e o renal. Dessas dietas ditas normais, 35% evoluem para dietas patológicas. Então, daqui a 20 anos, vamos ter 75% de adultos doentes fisicamente também”, explica a psiquiatra Paula Melin.

Quais são as causas?

A origem dos Transtornos entre os adolescentes está associada principalmente aos aspectos socioculturais, embora não se devam descartar os fatores biológicos, psicológicos e familiares.

Anorexia

A Anorexia é um transtorno onde o indivíduo tem uma intensa e árdua dieta, cujo objetivo é reduzir drasticamente seu peso.
Algumas mudanças de hábito que levam a diagnosticar um individuo com anorexia: excesso de atividade física, medo de ganhar peso e nas mulheres há ausência da menstruação.



Bulimia
É caracterizada por compulsões alimentares, seguidas de métodos compensatórios inadequados para evitar o ganho de peso, entre eles estão os vômitos auto-induzidos, uso inadequado de laxantes ou diuréticos e prática de exercícios em excesso.
Para receber o diagnóstico deve se observar estes comportamentos e devem estar presentes por pelo menos duas vezes por semana, por um tempo mínimo de três meses.
Geralmente, não há perda de peso aparente.


Transtorno do Comer Compulsivo

A característica principal neste transtorno são os episódios de compulsão alimentar, porém diferentemente da Bulimia, não utilizam métodos radicais para eliminar os alimentos e nem apresentam a preocupação com o peso.
As pessoas com este Transtorno perdem o controle durante os frequentes ataques de comer compulsivo e param somente quando ocorre uma exaustão física.
Para se estabelecer um diagnóstico, os ataques devem ocorrer pelo menos duas vezes por semana, por um período mínimo de seis meses.


Ortorexia

É um transtorno alimentar cujo individuo tem a obsessão por alimentos orgânicos, uma  preocupação por uma alta qualidade nos alimentos que serão ingeridos e por uma alimentação extremamente saudável.
Os indivíduos com esse transtorno acabam banindo ou substituindo da dieta grupos alimentares importantes. Essa exclusão sem a devida orientação pode levar a carências nutricionais.
Apesar de ainda ser pouco conhecida, é muito preocupante e requer muita atenção, pois ameaça a saúde do corpo e a saúde mental e emocional das pessoas.




Vigorexia

É um transtorno caracterizado por um descontentamento constante com o corpo, que afeta principalmente os homens.
As principais características deste transtorno podem ser muito similares e confundidas com a anorexia.
E suas principais características são a preocupação intensa com a aparência física, a prática exaustiva de exercícios físicos, acompanhada por suplementos alimentares e esteroides.



***

A vida entrelaçada aos Agrotóxicos

No mundo de hoje, no qual as pragas estão cada vez mais resistentes e o uso dos agrotóxicos sendo necessário, o melhor caminho é conhecer e saber como utilizar os mesmos.

Os defensivos agrícolas nasceram durante a primeira guerra mundial e eram utilizados como uma arma. Tempos depois, suas composições foram reformuladas e então nasceu o que conhecemos nos dias de hoje. Eles têm a finalidade de matar os possíveis prejudicadores das plantas, como os insetos, ácaros, moluscos, roedores, fungos e ervas daninha.


Não é de hoje que os resíduos dos agrotóxicos nos alimentos preocupam as instituições ligadas a saúde, como a ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), entretanto, nos últimos anos a quantidade de substâncias ilícitas não fiscalizadas aumentaram 70%, isso é crime e gera punições com multas. Por isso, é necessário o monitoramento.
“Dificilmente alguém vai comer um tomate ou um mamão e passar mal logo em seguida, o consumo envolve riscos que podem ser cumulativos até desconhecidos”, Explica Luiz Claudio Meirelles, Gerente-geral da ANVISA, quando foi questionado sobre os efeitos das substâncias químicas nas pessoas, além de fortes dores de cabeça, enjoos, náuseas, alergias, distúrbios no sistema nervoso e até câncer, além de ser prejudicial ao aplicador, se não manuseado de maneira correta.
A aplicação dessas substâncias químicas vareiam na quantidade e no modo a ser aplicado, podendo ser por pequenas bombas em plantações menores, a até distribuições por aviões em grandes canaviais, por exemplo.


São encontrados em três principais tipos, os fungicidas, agem sobre os fungos causadores de danos ao tecido das plantas; herbicidas, atuam sobre as ervas daninhas e os inseticidas, os que combatem as pragas, como pequenos roedores e insetos, sendo o mais criticado em decorrência disso.

A DIFICULDADE DA DOSAGEM CORRETA

Não é de todo o mal os efeitos dos agrotóxicos, já que aumentam significativamente os lucros do agricultor quando utilizados na quantidade correta, já que a maioria cultiva o tabu “Quanto mais, melhor”, o que não colide com a verdade.
O uso intenso e inadequado destes, prejudicam além de tudo o solo, a água, a fauna e a flora, causando degradação ao meio ambiente e sérios desequilíbrios biológicos e ecológicos.
Em virtude de todos esses fatos mencionados, prefira sempre os produtos orgânicos, os quais se conhecem suas origens.




***

E.E. Prof. Ephigênia Cardoso Machado Fortunato

Ano: 2016 

Direção da Escola: Ana Fabíola Camargo Fanton Rodrigues, Daniela Giglio e Ieda Fontana

Coordenação Pedagógica: Maria Valéria Cócia


Professores responsáveis: Márcia Cruz e Meire Fiuza Turma: 2ª série A